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Descrição

Você tem pacientes com plagiocefalia posicional? Provavelmente sim, sua prevalência gira em torno de 30%, ainda mais em nascimentos múltiplos. Isso significa que aproximadamente 1 em cada 3 bebês apresenta algum grau de deficiência. A plagiocefalia está ligada a vários fatores de risco, alguns deles muito relevantes. Tempo excessivo em posição supina, alterações cervicais, baixo nível de atividade ou crescimento craniano são alguns deles. A capacidade de medir com precisão a assimetria e verificar o grau de associação com problemas cervicais ou de desenvolvimento são essenciais para o sucesso da intervenção subsequente. É por isso que o raciocínio clínico é essencial. Dentro da intervenção e de acordo com evidências crescentes, a terapia manual associada à estimulação e à fisioterapia educativa é a opção mais eficaz. Além disso, é preciso saber em quais casos a ortopedia pode ser necessária, seja por assimetria de medidas, idade ou outros fatores ligados ao prognóstico.

Após a conclusão deste curso:

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Conteúdo do Curso

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BLOCO 1 - INTRODUÇÃO
BIBLIOGRAFIA
BLOCO 1 NOTAS
1.1 Introdução
1.2 Modelos de intervenção em fisioterapia pediátrica
BLOCO 2 - Anatomia e desenvolvimento do crânio do bebê
BLOCO 2 NOTAS
2.1 Introdução
2.2 Uma cavidade particular
2.3 Neurocrânio e viscerocrânio
2.4 A base e a abóbada
2.5 Embriologia diferenciada
Conteúdo do Lição
0% Completo 0/2 Passos
2.7. Anatomia topográfica do crânio do bebê 1 Emitir
Conteúdo do Lição
0% Completo 0/1 Passos
2.8. Membranas intracranianas 2 Tópicos
2.9. Nervos cranianos
2.10. Desenvolvimento pós-natal do crânio
2.11. A importância do perímetro cefálico 1 Emitir
Conteúdo do Lição
0% Completo 0/1 Passos
Artigos científicos
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