Descrição
Você tem pacientes com plagiocefalia posicional? Provavelmente sim, sua prevalência gira em torno de 30%, ainda mais em nascimentos múltiplos. Isso significa que aproximadamente 1 em cada 3 bebês apresenta algum grau de deficiência. A plagiocefalia está ligada a vários fatores de risco, alguns deles muito relevantes. Tempo excessivo em posição supina, alterações cervicais, baixo nível de atividade ou crescimento craniano são alguns deles. A capacidade de medir com precisão a assimetria e verificar o grau de associação com problemas cervicais ou de desenvolvimento são essenciais para o sucesso da intervenção subsequente. É por isso que o raciocínio clínico é essencial. Dentro da intervenção e de acordo com evidências crescentes, a terapia manual associada à estimulação e à fisioterapia educativa é a opção mais eficaz. Além disso, é preciso saber em quais casos a ortopedia pode ser necessária, seja por assimetria de medidas, idade ou outros fatores ligados ao prognóstico.
Após a conclusão deste curso:
- Você poderá avaliar com precisão as deformações cranianas do bebê, tanto pelos seus aspectos antropométricos quanto na sua relação com o Neurodesenvolvimento.
- Você entenderá a enorme relação entre a coluna cervical, o neurodesenvolvimento e a plagiocefalia posicional.
- Poderá fazer uma intervenção eficaz tendo em conta a fisioterapia manual mais eficaz, a estimulação do Neurodesenvolvimento e a educação das famílias.

